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Pastoral da Acolhida

A Pastoral da Acolhida é uma Pastoral que recebe o cristão para as celebrações na Igreja. O seu objetivo é receber e acolher bem o fiel.
A missão de um agente de pastoral é o de promover um serviço dentro das paróquias e das comunidades eclesiais, sendo assim o agente de pastoral da Acolhida, deve ser uma pessoa que tem o carisma do acolhimento, ser sorridente e atencioso para com todos. Saber acolher a todos deve ser o seu lema. Deve ser alguém que tenha o conhecimento do que ocorre dentro da Paróquia, bem como outras informações úteis para os fiéis que adentram o templo (Igreja).
São Paulo aos Romanos nos explica que devemos acolher uns aos outro como Cristo nos acolheu, para a glória de Deus (cf. Rm 15,7). Acolher bem é evangelizar.
No entanto, temos aqui alguns elementos que devemos apresentar nesse ponto como que devemos fazer uma boa acolhida:
1 – Acolher
Receber bem, aquele que adentraram na Igreja. Recepção criativa de quem chega na comunidade nas pastorais e no movimentos. A atitude de acolhida requer alguns critérios. Não é só questão de se ficar a porta da Igreja entregando um folheto, dando um sorrisinho e repetindo algumas frases de efeito (ou sem efeito), porque é a pastoral. A atitude de acolhimento evangélico requer uma sensibilidade e acima de tudo disponibilidade em atender de forma criativa a pessoa.

2 – Acompanhar a vida das pessoas:
É uma necessidade urgente. Não basta dar uma boa catequese, é necessário visitar as famílias dos catequizandos. Não basta ministrar um bom encontro de preparação no batismo, encontro de noivos, etc, se a equipe não se incomodar com a família dos participantes com suas necessidades, anseios, etc.
Temos que ir onde está povo! Muitas vezes ouvimos reclamações de que o povo não vai á Igreja que o povo não quer participar. Ele tem outras necessidades e fica de Igreja-base devemos estar atentos a isso.
Acreditamos que uma boa acolhida na hora e fora da Igreja, cativa bastante os fiéis. Hoje em dia o povo vai aonde se sente bem. A comunidade deve estar aberta a essa nova realidade. Hoje não adianta mais somente fazer as coisas dentro da Igreja, é preciso sair, ser “missionário”. Isso nos ensina a aprender a qualidade total aplicada à pastoral; quem atende melhor, leva a melhor fatia da “clientela”. Não adianta insistir com uma forma envelhecida de fazer a Igreja acontecer de forma a deixar que tudo aconteça de qualquer maneira. Há necessidade de qualidade de atendimento.

3 – Ouvir as pessoas:
Como dissemos acima, não basta estar na porta da Igreja, e aqui aparece um dos maiores desafios. Na maioria das vezes se quer falar, falar. Somos pessoas falantes. A equipe deve ser um grupo de pessoas ouvintes. Os tagarelas não devem estar na equipe. Quem fala são aqueles que entram, e a equipe deve aprender a ouvi-los falar.
Para isso exige-se prudência no falar e no calar. Saber ouvir é aprender a evangelizar.
Muitos vão a Igreja como vindo de um cárcere asfixiante, e ao encontrar a equipe querem desabafar, jogar para fora aquilo que os tritura.
O agente deve ser um curador de feridas, um samaritano, um auxiliar. Ouvir é uma característica de Deus (cf. Ex 3,7; Dt 4,1; Is 1,19).

4 – Aconselhar o fiel:
Dar conselho não é fácil. Como diz o provérbio: “Se conselho valesse, eu o venderia!” Como então se processa esse conselho? Processa-se com prudência (cf. Pr 8 e Sb 7).  “As palavras humanas são águas profundas, torrente transbordante e fonte de sabedoria (…). Replicar antes de ouvir resulta em estupidez e vergonha”. (Pr 13,4.13).
Se o membro da equipe não tem capacidade de aconselhar e melhor se calar. Saber calar-se é ser mais sábio do que falar do que não se sabe ao certo. As pessoas correm em busca de conselho.
Aconselhar é saber discernir.

O Documento de Aparecida nos ensina que: “todos os dons de Deus requerem disposição adequada para que possam produzir frutos de mudança. Especialmente, exigem de nós espírito comunitário, que abramos os olhos para reconhecê-lo e servi-lo nos mais pobres”. (cf. DA p, n.354).
Podemos dizer que a Pastoral da Acolhida, também pode ter toda disposição adequada para produzir os frutos de mudança.

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e Domingo: 7h, 10h, 17h e 19h30

Santa Teresinha: Domingo às 8h 
Santa Rosa de Lima : Domingo às 9 horas e terça às 19h30
São Sebastião e Nossa Senhora de Fátima: Sábado às 19h
Santa Rita de Cássia: Domingo às 19h

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